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Manifestantes pedem abolição do acordo de Camp David no Egito

 Imprimir Arabesq | 26/08/2011 A | A
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Cairo - Milhares de egípcios se reuniram em frente a Embaixada de Israel na chamada "Sexta-feira de expulsão do embaixador de Israel" protestando pacificamente contra o assassinato de soldados egípcios pelo Exército israelense na fronteira entre o dois países.

O número de manifestantes continua crescendo e deve alcançar seu auge após o dejejum de Ramadã aproximadamente às 14h no horário de Brasília.

Os manifestantes se reuniram em frente da embaixada de Israel protegida por blindados e polícias do Egito.

Apesar do caráter pacifico um manifestante disparou dois tiros contra as forças de segurança que protegem a embaixada que não revidaram mediante aplauso e gritos da multidão. Eles exigiram que o governo egípcio tome medidas firmes contra Israel, começando pela expulsão do embaixador israelense no Cairo, a retirada do embaixador egípcio de Israel, e a abolição do tratado de paz egípcio-israelense com o corte de todas as relações com Tel-Aviv.

A manifestação dessa sexta-feira atende a pedidos contínuos por protestos contra o comportamento de Israel com o país árabe e a Faixa de Gaza.

A maioria dos movimentos e coalizões revolucionárias e intelectuais do Egito confirmaram a participação na manifestação, inclusive a Irmandade Muçulmana, os Salafistas, a Assembleia Nacional, Mohamed El-Baradei, e o movimento da juventude 06 de abril.

Um relatório das forças observadoras internacionais no Sinai sobre o assassinato de quatro soldados egípcios confirmou que soldados israelenses violaram o tratado de paz com o Egito "cruzando a fronteira egípcia e atirando no lado egípcio" da fronteira, de acordo com a agência de notícias estatal MENA.

Israel Recua

Israel propôs nesta quinta-feira uma investigação conjunta com o Egito sobre a morte de cinco funcionários da segurança egípcia durante uma operação israelense contra incursões na fronteira há uma semana. O caso deteriorou as relações com o governo de transição no Cairo. "Israel está pronto para fazer uma investigação conjunta com os egípcios sobre esse difícil acontecimento", disse o assessor de segurança nacional israelense, Yaakov Amidror, segundo um comunicado emitido pelo gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Acalmando os ânimos

Israel e militantes da Jihad Islâmica concordaram com um cessar-fogo nesta sexta-feira, após dias de violência na fronteira, informou uma autoridade palestina.

Oito palestinos, incluindo um comandante local da Jihad em Gaza, morreram desde que uma trégua foi anunciada na segunda-feira, elevando para 26 o número de palestinos mortos em ataques aéreos israelenses na última semana.

Um homem israelense também foi morto em ataques com foguetes lançados por militantes de Gaza desde o final de semana.

O palestino, que falou sob condição de anonimato, informou que Israel e o grupo Jihad Islâmico disseram ao Egito que vão respeitar a trégua mediada pelo Egito e pelas Nações Unidas, anunciada na segunda.

Com agências internacionais

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COMENTÁRIOS
 
Adib mohamad Halabi 8/26/2011 3:13:04 PM
Aboliçao do acordo de cam David significa voltar o que era antes ,Eu particularmente concordo com a vontade do povo Egipcio,mas recomendo ao povo Egipcio e a povo Arabe em geral cautela ,vamos esperar o mes de setembro proximo e vamos ver si o mundo e as UNO vom reconhecer o estado palestino com fronteiras de 1967,o minimo que o povo palestino quer para ter um estado soberano e com fronteiras seguras ,Eu nâo sou profeta ,eu acredito que o estado sionista jamais reconhecera o estado palestino com seu minimo direito ,e retorno dos refugiados a seus lares ,SETEMRO E NADA MAIS,chega de humilhaçao com os palestinos e o povo arabe , EU VOLTO EM SETEMBRO SAUDANDO O ESTADO PALESTINO

paulacunha 9/8/2011 3:35:58 PM
o odio instalado no medio oriente,tem tido consequencias devastadoras,construam patrias de paz...

IBRAHIM MOHAMMAD FATTAH 9/19/2011 10:46:02 PM
já é chegado o hora de nosso pais ser toltamente livre,ISRAEL quer ser reconecido como pais JUDEU livre e soberano e se eles querem existir eles tem que aprender coexistir com o nosso estado,pois nós existimos antes deles serem chamados de hebreus. SANAUD

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